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Glossário de Terapias Holísticas

Aconselhamento: Processo interativo, caracterizado por uma relação única entre Terapeuta* e cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. O Aconselhamento é parte integrante do trabalho de todo verdadeiro Terapeuta, independentemente de quais outros métodos adote.

Acupuntura: Técnica milenar que se utiliza de estímulos em pontos do corpo capazes de despertar recursos de harmonização psicofísica. Tradicionalmente são aplicadas agulhas para a estimulação, mas hoje em dia estão sendo substituídas por estímulos luminosos (Cromopuntura* e Laserterapia*) ou sonoros (Audiopuntura*) nos pontos. Ver, também, Auriculoterapia.

Alimentoterapia: O uso selecionado de alimentos ou da combinação correta destes como remédios para os mais diversos desequilíbrios e para a manutenção da saúde.

Antroposófica(Terapia/Medicina Antroposófica): embasada nas teorias do místico Rudolf Steiner, faz uso de Homeopatia, Fitoterapia, Massagem* e outras técnicas.

Apiterapia: Uso terapêutico dos produtos da apicultura (criação de abelhas), tais como mel, própolis, etc.

Aromaterapia: Uma variante da Fitoterapia, onde princípios ativos das plantas chamados óleos essenciais são usados como remédios e estímulos para despertar nossos recursos interiores, sendo isto feito por meio da inalação de seus aromas ou por aplicação por óleos de Massagem. Mais raramente, é utilizado, também, via oral.

Arquétipo: São padrões ou motivos universais que emanam do Inconsciente Coletivo (ou, como preferia Jung, Psique Objetiva), que foram incorporados por experiências reiteradas, coletivas e significativas da humanidade. Irrepresentáveis em si mesmos, contatamos seus efeitos quando se manifestam na consciência como imagens e idéias arquetípicas, ou seja, os Símbolos* (melhor expressão possível para algo essencialmente desconhecido). Arquétipo e Símbolo* são opostos complementares. O primeiro representa o passado, o herdado, o coletivo, aquilo que é a Verdadeira Realidade, a qual não pode ser contatada diretamente pelo nosso racional, mas apenas indiretamente, pelos seus efeitos. O segundo, constitui a cultura, o adquirido, o individual e se manifestam na realidade relativa de nosso conhecimento e consciência. Assim sendo, os arquétipos representam a dinâmica de nosso inconsciente e os símbolos, são as referências de nossa consciência. As estruturas arquetípicas podem ser comparadas ao eixo, ao "molde-informação" de um cristal: este, ao formar-se, obedece a um padrão de forma pré-determinado por um eixo axial, o qual não possui, entretanto, existência própria, sendo, pois, pura forma. Mesmo assim, ele pré-determina a estrutura geométrica do cristal, não impedindo, porém que surjam particularidades que os diferenciem uns dos outros. Igualmente, as estruturas arquetípicas são pura forma, que dão estrutura aos símbolos. O arquétipo não é, necessariamente, um resíduo de experiências realmente acontecidas, sendo mais um desejo, que como tal, busca realizar-se e repetir-se. Por exemplo, não que alguma vez haja existido um "Ancião Sábio", que a tudo conhecia. O que sempre houve foi o desejo universal no homem de que ele existisse... O universo dos arquétipos é nosso passado vivo e nosso futuro possível, coordenadores de nossas energias, moldes comportamentais aos quais recorremos e incorporamos inconscientemente ou não, atraídos que somos pela ressonância entre nossa situação e a que eles representam.

Artes Divinatórias: Métodos populares de adivinhação, tais como Astrologia, Numerologia, Tarot, I Ching, Búzios, Runas e similares, podem ser utilizados terapeuticamente como auxiliar na avaliação do quadro do cliente, ou como forma de estimular-lhe a intuição e o pensamento não-linear.