Luìz Trevizani

Psicoterapeuta Holístico e Metafísico (CRT 36768) Consultor em Numerologia Cabalística | Palestrante e Pesquisador da Consciência Humana | Diretor do Instituto Luz da Consciência

O Despertar no Labirinto Interior

É simples viver quando permitimos que a alma manifeste o seu potencial e abrimos espaço para que as riquezas da mente fluam de seus campos superiores. A intuição é um desses mecanismos da mente elevada: suave brisa que sopra da alma, enviando sinais pelo caminho da evolução, alento de esperança ao amanhecer e lume para os sonhos à noite.

O Observador, o Arquiteto e o Operário

Somente a essência do ser humano pode alcançar a essência interior das coisas e de todo o Universo. A não ser que seja guiado por ela, o ser humano somente pode reconhecer o lado exterior das coisas. – O Livro de Mirdad, Mikhail Naimy

Este artigo é uma metáfora. É a metáfora sobre a realidade da vida de um ser humano que perdeu sua essência pelo caminho.

Metáforas são verdades ditas em forma de poesia.

Nosso Falar é uma Guerra de Palavras

Tal qual espadas ou armas de fogo, nossas palavras são os instrumentos com os quais travamos um intrincado jogo de disputas por espaço, poder, domínio, posse e prestígio. Nosso falar é, na melhor das hipóteses, uma mentira honesta, bem-organizada a serviço do desejo. As palavras são as flechas do pensamento, imantadas ora pela doçura do bem, ora pela amargura do mal que brota de nossos desejos mais secretos – aqueles cuja verdadeira intenção nem mesmo nós compreendemos, pois se escondem em camadas mais profundas da consciência.

Quando Nosso Olhar Muda a Direção

Nossos olhos são as lentes pelas quais capturamos as imagens externas. Mas eles são apenas lentes: não interpretam nem classificam o que passa por eles. Costuma-se dizer que é o cérebro quem realiza essa tarefa, mas há aí um equívoco. O cérebro é apenas a máquina que processa um sistema operacional – as pressuposições básicas – e, sobre ele, os demais programas que vamos adicionando ao longo da vida. Então, se não são os olhos nem o cérebro que interpretam e classificam, quem é o observador?

Direito e Dever

A harmonia da vida não reside na reivindicação egoísta de privilégios, mas no equilíbrio sagrado entre o que oferecemos ao mundo e o que dele recebemos. Ao compreendermos que o dever é o alicerce e o direito é a consequência natural que se ergue sobre ele, transmutamos a existência de uma busca por vantagens externas e egocêntricas em uma jornada de maestria interior. É nesse alinhamento entre a ação ética e a consciência livre que o ser humano deixa de ser um súdito das circunstâncias para se tornar o arquiteto de seu próprio destino.

Feliz Ano Velho!

Nossos costumes e rituais de final de ano revelam o quanto somos inconstantes e pouco sérios com nossas promessas. Somos adeptos do “mudar para não mudar”, mas cheios de esperança de que o novo ciclo será melhor, embora nós mesmos não tenhamos evoluído no ano que finda. Queremos a mudança que não implica desapego; queremos o prêmio sem vencer a competição por nossa própria melhoria.

O Tolo e o Sábio no Tabuleiro da Dialética

O pior dentre os ignorantes é, sem dúvida, aquele que pensa que sabe e opina sobre tudo, mesmo não possuindo uma ideia própria sobre qualquer assunto. Esse indivíduo não estuda, não analisa e demonstra uma incapacidade notória de discernir, o que o torna, além de ignorante, detentor de uma expressão rasa de sua inteligência. Suas opiniões, que não são propriamente suas, mas resultam de um condicionamento e são uma reverberação do instinto coletivo, vêm sempre carregadas de uma emotividade densa, frequentemente incitativa ao fanatismo ou ódio.

O Poder Universal dos Números – Previsões Para 2026

Os números são, em essência, ideias representadas graficamente. A ideia, portanto, precede a representação, o que contraria uma crença comum, especialmente na numerologia, que por vezes estuda os números como princípios ou energias derivados de sua expressão gráfica. Esta afirmação se baseia em estudos que revelam os números como uma linguagem universal e o fundamento de toda a existência.

Os Poderes que nos Governam e a Liberdade de Ser Si Mesmo

Os poderes das instituições, governos, autoridades e nossos rituais, lenta e gradualmente, vão restringindo nossa liberdade de viver da maneira como queremos. Leis, instruções normativas, dogmas, regulamentos e o senso comum criaram as algemas mentais que nós mesmos nos impomos, quando nos curvamos diante desses poderes e aceitamos os limites sem reclamar.