O Despertar no Labirinto Interior

É simples viver quando permitimos que a alma manifeste o seu potencial e abrimos espaço para que as riquezas da mente fluam de seus campos superiores. A intuição é um desses mecanismos da mente elevada: suave brisa que sopra da alma, enviando sinais pelo caminho da evolução, alento de esperança ao amanhecer e lume para os sonhos à noite.

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Quando Nosso Olhar Muda a Direção

Nossos olhos são as lentes pelas quais capturamos as imagens externas. Mas eles são apenas lentes: não interpretam nem classificam o que passa por eles. Costuma-se dizer que é o cérebro quem realiza essa tarefa, mas há aí um equívoco. O cérebro é apenas a máquina que processa um sistema operacional – as pressuposições básicas – e, sobre ele, os demais programas que vamos adicionando ao longo da vida. Então, se não são os olhos nem o cérebro que interpretam e classificam, quem é o observador?

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Direito e Dever

A harmonia da vida não reside na reivindicação egoísta de privilégios, mas no equilíbrio sagrado entre o que oferecemos ao mundo e o que dele recebemos. Ao compreendermos que o dever é o alicerce e o direito é a consequência natural que se ergue sobre ele, transmutamos a existência de uma busca por vantagens externas e egocêntricas em uma jornada de maestria interior. É nesse alinhamento entre a ação ética e a consciência livre que o ser humano deixa de ser um súdito das circunstâncias para se tornar o arquiteto de seu próprio destino.

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O Poder Universal dos Números – Previsões Para 2026

Os números são, em essência, ideias representadas graficamente. A ideia, portanto, precede a representação, o que contraria uma crença comum, especialmente na numerologia, que por vezes estuda os números como princípios ou energias derivados de sua expressão gráfica. Esta afirmação se baseia em estudos que revelam os números como uma linguagem universal e o fundamento de toda a existência.

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Os Poderes que nos Governam e a Liberdade de Ser Si Mesmo

Os poderes das instituições, governos, autoridades e nossos rituais, lenta e gradualmente, vão restringindo nossa liberdade de viver da maneira como queremos. Leis, instruções normativas, dogmas, regulamentos e o senso comum criaram as algemas mentais que nós mesmos nos impomos, quando nos curvamos diante desses poderes e aceitamos os limites sem reclamar.

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Aquilo Que Você Quer Ser Já Existe

Sonhos, idealizações, ambições, planos e projetos sobre tantas coisas que já existem! Nós projetamos a nós mesmos em nossas obras e nelas mal conseguimos nos ver em construção. Os materiais, no entanto, dessa autoconstrução já existem e estão prontos para serem usados a qualquer momento.
Na verdade, e para ir mais fundo, nós já existimos prontos e só precisamos nos conhecer. E o autoconhecimento é o exato modelo de construção que nos foi sugerido para que possamos ver o que somos e como estamos agora nessa viagem de autodescoberta.

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E Se For Verdade?

Verdade e mentira são dois lados da mesma coisa – a verdade é luz, e a mentira, a sombra. Ocorre que, para haver sombra, é necessário que um objeto se interponha à frente da luz. Se a verdade é a luz, e a mentira, uma sombra projetada, quem ou o que é esse objeto? Talvez seja o ser humano com seu ego, uma faceta da personalidade vestida de orgulho, vaidade, presunção e soberba. Em torno dele giram seus interesses imediatos, sobrepondo-se à necessidade de progresso espiritual, pois o ego teme a verdade, a luz.

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Estamos Prontos Para a Vida? | Uma reflexão para quem contempla o limiar da autoconsciência.

A primeira resposta vem com outra pergunta, ainda mais intrigante – estamos prontos para a morte? E a segunda resposta, que abrange ambas, é – não. Nós não estamos prontos para a vida, primeiro porque isso implicaria estar prontos para a morte – e quem está? Como a morte é somente uma transformação – uma mudança não da forma humana, mas do cenário da vida e da dimensão –, estar pronto para a vida e para a morte é a mesma coisa.

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“Vox Populi, Vox Dei”

Sempre fui um questionador do senso comum e do consenso emotivo. As multidões são formadas pela soma das neuroses e loucuras humanas, sendo o recurso mais perigoso quando acionado para fins de lutas e revoluções, ou para o adormecimento da consciência. Tanto de um lado quanto de outro, a primeira vítima é a individualidade, que é posta em cheque com chavões como “quem não está com o povo é contra o povo”, ou então com a famosa, mas mal interpretada frase: “a voz do povo é a voz de Deus”. E eu pergunto: de qual Deus?

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